Nada de errado
publicado em 22/07/2008. 1 comentário.
Continuo por aqui, só passando por uma fase de updates magros… Em breve mais posts ![]()
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Eu até tento elogiar a Microsoft e defendê-la das dezenas de ataques (muitas vezes sem fundamento) que vejo por aí, mas quando acontece alguma coisa tipo essa que vou relatar, fica difícil.
Quero sincronizar a lista de contatos do Outlook com a lista de contatos do iPhone. Deveria ser fácil, certo? Bem, graças a algum engenheiro de software cretino da Microsoft, não é. O problema é que este ser RETARDADO fez um script genial para incluir automaticamente códigos de área aos telefones digitados. Ou seja, se eu digito “0123-4567″, o Outlook automaticamente transforma isso em “+55 (11) 0123-4567″. E aí, claro, o iPhone não consegue completar a ligação.
Bolas.
Eu não entendo por quê isso não pode ser uma opção do usuário. “Inserir códigos de área automaticamente”, um mísero checkbox em algum lugar… Mas não, a desgraça é automática e nem pensar em um “opt-out”.
E não acaba por aí!
Vasculhando o Google, vi que este problema existe desde o Outlook 2003, e que muita gente resolvia de maneira gambiarrística alterando as configurações do Windows (trocando o campo “país” nas configurações de discagem para um serviço internacional de discagem gratuito). Afortunadamente, a equipe de engenheiros pé-no-saco percebeu o “problema”, e resolveu “consertar”. Agora, o serviço internacional de discagem gratuito exibe um lindo código de área “+800″, arruinando toda e qualquer possibilidade de solução do problema.
Die in a fire, Outlook 2007!
Não me empolguei muito com a temporada 2007-2008 da NBA, mas quando vi que as finais seriam entre o Boston Celtics e o Los Angeles Lakers, não deu pra resistir. Assisti à primeira partida (vitória heróica do Celtics, aliás) e agora estou acompanhando a segunda.
A rivalidade entre Lakers e Celtics é daquelas “elétricas”. Na década de 80, as duas equipes disputaram partidas memoráveis, com Larry Bird e Magic Johnson travando verdadeiras guerras na quadra - mais ou menos o que Paul Pierce e Kobe Bryant têm feito até agora nestas finais.
Mas, na real, o que me despertou pra essas finais foi o clássico absoluto “Lakers vs. Celtics”, da Electronic Arts (que não se chamava EA na época). Passei muitas, muitas horas nessa coisa, jogando pelos Celtics.
Me chamem de velho, mas é legal ver a rivalidade voltando às quadras depois de quase 20 anos. It’s NBA the old way.
Acho que não é muito novo, mas mesmo assim vale a pena.
Dica do Jonattas… Valeu! ![]()

Pra começar bem o feriadão! ![]()
Comprar produtos do exterior nunca foi tão simples. Com o advento de tecnologias modernas de processamento de cartões de crédito e a velocidade da Internet, todas as barreiras geográficas estão perdendo a importância, e o mundo fica menor a cada dia que passa. Nossa geração tem a sorte de viver em um momento único na história da humanidade - estamos colhendo os frutos da globalização. Certo?
Errado. Nós, queridos brasileiros, vivemos a pior de nossas épocas. Isso porque, graças a uma política tributária de importações vergonhosa protecionista, todos os produtos do mundo estão ao alcance de um clique e, por baixo, 60% de impostos. Nós somos cachorros de padaria, olhando suculentos e saborosos frangos sem poder atacá-los. Se o fiscal alfandegário não gostar do modo como seu pedido foi embrulhado, você está - em português claro - fudido. Caso contrário, parabéns: você conseguiu fazer um bom negócio. Importação é uma questão de sorte.
Ou, no meu caso, de azar.
Apesar de ter vontade, nunca quis pedir camisetas no exterior porque tinha certeza que elas parariam na alfândega. Mas, depois do Demian pedir um pacote com mais de 10 camisetas e não ter problemas, resolvi tentar. Fui até a SplitReason e comprei três modelos (se você ficou curioso, comprei esse, esse e esse outro). E, óbvio, minhas míseras três camisetas pararam na alfândega com uma alíquota de 60%. Sim, SESSENTA POR CENTO! Tenha a santa paciência…
Por sorte, o dólar tá baixo (nunca pensei que fosse gostar disso!) e, no fim das contas, o custo das camisetas + shipping + impostos vai acabar ficando mais ou menos na média do que eu teria gasto na Camiseteria. Ainda assim, é um exemplo de como é triste ter produtos originais, de qualidade superior e preço mais baixo à sua disposição e não poder comprar graças à tributação troglodita do seu país capenga.
PS: o uso excessivo de clichês e palavras de efeito no primeiro parágrafo foi proposital e, caso você não tenha notado, sarcástico.
Vejam o que acontece quando um cidadão se vê entediado diante de seu belo MacBook Pro de R$ 10.000,00 sem um mísero joguinho pra passar o tempo…
Pois é. O sujeito teve a paciência de criar um quinquilhão de ícones de cores diferentes e organizá-los no desktop de seu computador sem jogos, reproduzindo o famoso “Spider Pig” do Homer Simpson. Até que ficou legal, mas francamente… Isso sim é falta do que fazer.
Ah, como eu queria ligar este Mac e organizar os ícones por nome!
Dizem por aí que o mercado é uma entidade extremamente complexa e volátil, mas na verdade a coisa não é tão difícil de entender. Veja o infográfico abaixo:

Em outras palavras: a volatilidade do mercado acaba assim que eu troco meus dólares por Reais. A partir daí, a taxa de câmbio tende a subir indeterminadamente.
Atenção: post irônico!

Ontem, a HP (e só a HP, por sinal) comemorou o vigésimo ano de lançamento de sua popular série de robôs satânicos impressoras Deskjet. O evento merece uma menção honrosa neste blog: parabéns HP, pelos 20 anos de evolução duvidosa! Aí vaí uma pequena lista de coisas que gostaríamos de pedir do fundo do coração, se não for dar muito trabalho, para os próximos 20 anos:
Sei que em alguns casos é pedir demais, mas confio no talento dos engenheiros da HP! ![]()
Bom, é isso. Só queria desabafar.
E pensar que eu nunca imaginei que sentiria saudades do Speedy… ![]()