5 motivos para não postar

publicado em 22/11/2007. 3 comentários.

1. Falta de vontade
2. Falta de ânimo
3. Falta de assunto
4. Falta de incentivo
5. Excesso de sono

Bem, pelo menos nos Estados Unidos. Este artigo publicado em um blog da Wired informa que um cidadão está processando a ComCast (pioneira na sacanagem técnica de limitar a velocidade de transferências por BitTorrent) por esta prática.

Apesar de ainda não ter sido uma vítima direta do traffic shaping (ou traffic blocking, como denomina o artigo), não dá pra negar que isso fere diretamente os direitos do consumidor. Pra todos os efeitos, a limitação de velocidade “cabe” no contrato dos provedores de banda larga, já que é praxe garantir somente 10% da velocidade de conexão. Mas, convenhamos: se eu estou pagando 8mbps de banda, eu tenho direito a 8mbps de banda em TODOS os aplicativos que utilizam a conexão. É absurdo, pra não dizer insano, limitar justo o BitTorrent. Como vou usar 8mbps no Firefox? Meh.

Espero que a ComCast apodreça no inferno perca a ação e que isso tenha reflexos diretos nos provedores que supostamente utilizam traffic shaping no Brasil.

Nunca achei que fosse ouvir isso de alguém da indústria fonográfica, mas o big boss da Warner, Edgar Bronfman, deve ter fumado alguma coisa verde hoje de manhã. Ele disse, e eu repito:

“We used to think our content was perfect just exactly as it was. We expected our business would remain blissfully unaffected even as the world of interactivity, constant connection and file sharing was exploding. And of course we were wrong. How were we wrong? By standing still or moving at a glacial pace, we inadvertently went to war with consumers by denying them what they wanted and could otherwise find and as a result of course, consumers won.”

Aleluia!

Via MacUser (sim, eu vejo sites sobre a Apple de vez em quando).

Depois de experimentar o suicídio digital (deletando meu perfil do Orkut) e a clonagem digital (criar perfis em várias social networks), decidi tentar algo novo: a ressurreição digital. Sim, recriei meu perfil no Orkut. A pergunta é: quanto tempo vou aguentar desta vez?

Mal entrei e já fui recebido pelas famosas mensagens “bad server, no donut from you” - que, de acordo com amigos entusiastas do serviço, haviam sumido. OK, tentei ignorar o fato e seguir em frente. Comecei a adicionar meus amigos do trabalho, e depois de uns três comecei a receber aqueles CAPTCHAS chatos (aquelas imagens com letras distorcidas). Dezenas de vezes. Cansado de provar que eu era um humano, desisti de adicionar amigos.

No dia seguinte, renovado, comecei a procurar meus amigos usando a ferramenta de busca. Tive ânsias. Sério. Aquilo é péssimo, e - macacos me mordam - é do Google. Pra ajudar, as pessoas resolvem escrever o nome com caracteres bizarros. Um simples “Renato” vira “R3 F0pHUxX0″. E aí começa a babaquice dos spam scraps, enviados pelos meus próprios “amigos” tentando ganhar entrada VIP pra alguma balada fuleira.

Tá difícil.

Façam suas apostas: quanto tempo eu aguento antes de me matar de novo?

Pois é, a tão esperada plataforma para publicidade do Facebook foi anunciada hoje. E, adivinhem: é uma plataforma baseada em engajamento, não em interrupção. Realmente esse papo de engagement marketing tá na moda. Do press release:

Engaging with businesses and buying things are part of your everyday life. Advertising doesn’t have to be about interrupting what you’re doing, but getting the right information about the purchases you make when you want it. We believe we’ve created a system where ads are more relevant and actually enhance Facebook.

E como isso se traduz no mundo real?

Instead of random messages from advertisers, we’ve launched Social Ads. Social Ads provide advertisements alongside related actions your friends have taken on the site. These actions may be things like “Leah is now a fan of The Offspring” (if I added The Offspring to my music) or “Justin wrote a review for Sushi Hut” (If Justin wrote this review on the Sushi Hut page). These actions could then be paired with an ad that either The Offspring or Sushi Hut provides.

Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, acredita que esta seja uma revolução:

“Once every hundred years media changes. The next hundred years will be different for advertising, and it starts today.”

Me parece interessante. Vamos ver o desenrolar da história!

Contra a dublagem compulsória

publicado em 06/11/2007. 1 comentário.

Há uma “tendência” no mercado cinematográfico que tem me irritado. Trata-se da crescente adoção da dublagem em filmes exibidos no cinema e em canais pagos na TV.

Na minha opinião, um ator se expressa não somente pelos seus movimentos ou expressões faciais, mas também (e talvez principalmente, no cinema mainstream) por sua fala. A dublagem mata uma boa parte da atuação e, consequentemente, do filme em si.

Existe gente que insiste em dizer que as legendas atrapalham, porque não dá pra ler e ver o filme ao mesmo tempo. Não vou nem tentar argumentar contra isso. Se você se inclui neste grupo, me desculpe, mas provavelmente não consegue conversar e amarrar o cadarço do tênis ao mesmo tempo. Sério. O pior é que a moda está pegando. Antes, a dublagem só era lugar-comum na TV aberta. Agora, o movimento está infectando também a TV paga e até os cinemas!

Para não dizerem que eu sou extremista, só peço que nos deixem opções. Hoje em dia, pelo menos nos grandes centros urbanos, a TV paga digital é uma realidade. É possível escolher o idioma do áudio e das legendas. Mas alguns canais insistem em não utilizar este recurso - por quê? Nos cinemas então, nem se comenta. Se não me engano, “Die Hard 4″ só chegou a São Paulo em sua versão dublada (se estiver errado, por favor comentem). Não poder assistir o filme legendado nem no cinema é dose.

Uni-vos, caros leitores, e postai em seus blogs (caso vos tenham) contra este disparate!

Stay True to Your Idea

publicado em 06/11/2007. 1 comentário.

Ainda não decidi se o David Lynch é gênio ou louco, mas eis um videozinho inspirador dessa figura estranha…

Enjoy “like a puppy dog”! ;)

Sites, claro. Aqueles bem bonitões, hospedados no Geocities ou FortuneCity. Como, por exemplo, o Games Online - um sitezinho sobre jogos que eu decidi fazer com um amigo que morava no meu prédio em 1999 e que (óbvio) nunca foi muito pra frente. O engraçado é que, apesar de ter pouquíssimo conteúdo, o site ainda apresenta um número grande de visitas, e é um dos primeiros resultados quando se procura meu nome no Google. Comédia…

“Meu Perfil”

publicado em 03/11/2007. comente.

Atendendo ao convite/ultimato do Daniel, aqui está o “meu perfil”. Vamos lá…

Últimos livros comprados: já faz um tempinho, mas foi um pacotão da Amazon contendo “The Universe in a Nutshell“, “Three Books of Occult Philosophy“, “A Briefer History of Time“, “Catch 22“, “Syd Barret, Crazy Diamond: The Dawn of Pink Floyd“, “Ruby for Rails” e “Spook Country“.

Estou lendo agora: “Naked Conversations“, “Holy Blood, Holy Grail” e “Ruby for Rails“, dependendo do meu humor no dia ;)

Três livros que significam muito para mim: “The Name of the Rose“, “Contact” e a obra completa de Edgar Allan Poe.

Número de livros que tenho: pffff, perdi a conta faz muito tempo!

Últimos filmes que vi: “Planet Terror“, “Thank You for Smoking” e “The Usual Suspects“. Não são muito recentes, mas foram os últimos que eu vi.

Três filmes que significam muito para mim: “The Aviator“, “Fight Club“, “Lost Highway“.

Último CD que eu comprei: acho que foi a coletânea “The Black Sessions“, do Katatonia. Mas já faz um bom tempo que não compro CDs, se é que você me entende… ;)

Três músicas que significam muito para mim: agora complicou… acho que “My Favorite Things” do John Coltrane, “Lenny” do Stevie Ray Vaughan, e “Seek and Destroy” do Metallica - que não é nenhuma obra-prima da música mundial, mas foi a primeira coisa que eu aprendi a tocar depois de comprar minha primeira guitarra.

Bebida favorita: vinho tinto, seguido muito de perto pelo “ouro negro” (Coca-Cola).

Entidade favorita: entidade? WTF… passo.

Férias favoritas: Dinamarca/Noruega/Suécia em 2006. Com direito a um postzinho diretamente de Estocolmo. ;)

Vício favorito: World of Warcraft, decididamente.

Pra continuar a corrente, seria legal ver os perfis do Demian e do Filipe, caso eles leiam este post.

Ufa, longo esse questionário…

Um blog sobre coisas

publicado em 03/11/2007. comente.

Alguns dias de trabalho depois de idealizado, apresento o Stuff, um novo pedaço do meu blog dedicado a alguns posts que não se encaixam nos assuntos sobre os quais costumo escrever. A idéia, que deriva em parte do blog de Consumo do Daniel, é bem simples: falar um pouco sobre itens que fazem parte do meu dia-a-dia - livros, filmes, jogos e outras coisas.

Ainda falta instalar alguns plugins do Wordpress e dar uns toques finais na configuração, mas em geral já está funcionando bem, e pode começar a receber visitantes (apesar de ter sido feito principalmente como uma “brincadeira pessoal”, sem muitas ambições).

Dêem uma passada no Stuff e divirtam-se! :)