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Neste meu vigésimo sétimo aniversário, decidi que não vou mais postar nesse blog.

É isso mesmo. Esse é o meu último post aqui.

Sem mais nem menos.

Tchau.

Cofrinhos deveriam ser proibidos por lei.

Ah, o cofrinho. Uma anomalia visual da anatomia humana caracterizada pela exposição acidental da junção de duas nádegas devidamente vestidas.

Há algo magnético em um cofrinho. É inevitável: se tiver um por perto, você VAI olhar pra ele instintivamente - e não apenas uma vez. Ele vai ficar ali, na sua visão periférica, descansando confortavelmente e aguardando a próxima olhadela. Deve haver alguma teoria psicológica séria que explica este estranho fascínio, mas eu tenho a minha: acho que o cofrinho é uma espécie de “buraco de fechadura” através do qual olhamos para tentar, de alguma maneira, responder a uma pergunta bastante simples: “como seria esta pessoa pelada?”

O problema é que às vezes a resposta é traumática.

Aliás, às vezes não: quase sempre.

Concordo que um cofrinho feminino bem-cuidado é até bonitinho e positivamente hipnótico, tipo esse que ilustra o post - aliás, aposto que você já olhou pra ele umas 10 vezes desde que começou a ler. Dá uma olhada. Ele é harmônico, lisinho, gostoso de ver. Dá até vontade de depositar uma moeda. Mas este tipo de cofrinho, o esteticamente agradável, ocorre raramente na natureza. Normalmente, os cofrinhos que estão à mostra são muito menos agradáveis, e mais se parecem com fétidos bueiros de periferia.

É triste, mas os cofrinhos que insistem em aparecer pra falar “oi” são aqueles que, para o bem da humanidade, NUNCA deveriam ver a luz do dia - nem na hora do banho. E o pior é que estes cofrinhos (que às vezes mais parecem caixas-fortes) são os mais folgados. Eles não se contentam em aparecer: precisam dominar a cena, tipo aquela galera que fica pulando pra aparecer na câmera quando a Rede Globo vem fazer uma reportagem.

Sendo um cara intolerante, eu puniria a exibição de cofrinhos com multa - quem sabe até como uma interpretação mais radical do Projeto Cidade Limpa. Mas como eu sei que isso é inviável, vou deixar a dica de ouro para evitar que o seu cofrinho, que por razões estatísticas provavelmente não é uma gracinha, fique aparecendo sempre que você sentar.

É simples. Tá pronto?

PUXE AS CALÇAS PARA CIMA ANTES DE SENTAR. Não estou querendo dizer que você precisa colocar a calça no meio da barriga, tipo o Faustão. Um pequeno puxão é suficiente. Se estiver inseguro em relação à intensidade do puxão, pratique em casa com alguém que goste de você o suficiente para não sentir ânsias de vômito ao ver sua pequena junta inconveniente.

Só depende de você. Ajude a construir um mundo melhor.

Atenção, motoristas paulistanos: a faixa mágica não existe

O folclore paulistano tem suas esquisitices. Alguns acreditam no messias salvador que levará a Portuguesa ao título do campeonato paulista; outros, mais realistas, esperam o dia em que a goteira infinita no túnel que liga a Avenida Dr. Arnaldo à Avenida Paulista seque de vez. Mas entre todas as lendas bizarras de nossa querida [...]

Voltando (aos poucos)

Pra resumir uma história longa: decidi mudar de host graças a crises de lentidão, incompatibilidade com alguns scripts e um painel de controle esdrúxulo. A boa notícia é que o backup dos posts funcionou, como vocês podem ver aí embaixo. Agora, para as notícias não tão boas:

Fiz backup do elogiadíssimo (às vezes até demais…) visual [...]

Nada de errado

Continuo por aqui, só passando por uma fase de updates magros… Em breve mais posts.

Ponto pro Flash: Google aprende a ler SWFs

Todo mundo sabe que eu não sou exatamente um fã do Adobe Flash. Esses dias, fiz até um tweet pouco amigável sobre esta ferramenta. Mas, infelizmente, o Flash é um mal necessário; ainda não inventaram uma tecnologia pra distribuição de conteúdo multimídia melhor (Silverlight ainda está longe de obter massa crítica). Sendo assim, fico feliz [...]